Portal La Lettre

LA LETTRE

Associação · Empresa · Serviços

Duas casas, uma mesma história. De um lado, a associação, que ensina a construir um videogame com uma inteligência artificial e entrega declarações honestas e assinadas do que cada pessoa sabe fazer. Do outro, a empresa, que produz o jogo “La Lettre”. E uma terceira porta, para já: os serviços e oficinas de Jean-Cyrille, faturados por ele como empresário individual. As páginas detalhadas estão em francês e em inglês; este portal e a apresentação para parceiros estão em português.

Colourful arcade machines
Brincamos
A child's hand playing with colourful wooden blocks
Construímos
Theatre facade with an illuminated mask at night
Ousamos

Fotos ilustrativas: Soheb Zaidi, Michał Bożek, Tanya Barrow / Unsplash

Associação sem fins lucrativos (lei de 1901)

A Associação

Aprender fazendo, e poder mostrar. A formação, o espaço de orientação, a hospedagem participativa, nossas promessas e o calendário.

Entrar no site da associação (em inglês) →
Produtora

A Empresa · o jogo

O videogame “La Lettre”: uma noite de 1919 em Montmartre, três personagens, uma história que muda conforme o que você faz. O universo, o motor, os parceiros, o financiamento.

Entrar no site da empresa (em inglês) →
Serviços e oficinas

Os serviços

O que Jean-Cyrille pode fazer por vocês desde já: higiene e segurança dos alimentos, prevenção de acidentes de trabalho, perfil do cliente antes da venda, personagem público e vínculos de equipe, retomar o controle de uma empresa.

Ver os serviços (em inglês) →

Três portas, uma fronteira clara. A associação e a empresa são duas estruturas separadas, cada uma com seu caixa e suas regras; os serviços são prestados e faturados por Jean-Cyrille como empresário individual. Este portal permite passar de uma à outra sem nunca misturá-las.

Nosso juramento de Hipócrates

Aquilo em que se baseia toda a nossa ação

“A legitimidade como recurso:dizer o que fazemos para fazer o que dizemos”

Diante de uma sociedade em que o essencial das decisões, das normas, das narrativas e dos recursos sobe em direção ao Estado, não basta denunciar a centralização. É preciso propor outra fonte de estabilidade: a legitimidade produzida pela ação concreta.

Numa sociedade capitalista, o adágio fundador talvez já não seja apenas “penso, logo existo”, mas, de forma mais brutal e mais social: “pago ou sou pago, logo existo”. Isso significa que a existência social passa agora pela contribuição, pela troca, pela remuneração, pela responsabilidade e pelo reconhecimento da utilidade produzida.

Mas essa lógica econômica só se sustenta se for reinscrita numa exigência humana: dizer o que fazemos, para poder fazer o que dizemos; legitimar o que fazemos, para fazer coisas legítimas; e então reconhecer que essa legitimidade é um recurso em si.

A legitimidade não é um suplemento moral. É um recurso social e empresarial. Ela cria confiança, continuidade, cooperação e valor. Onde o Estado concentra os procedimentos, a sociedade precisa reconstruir provas de utilidade, de palavra cumprida e de ação responsável. Talvez esteja aí, hoje, a verdadeira salvação: não apenas no poder jurídico, mas na capacidade das pessoas, das empresas e das instituições de produzir uma legitimidade verificável.

— Jean-Cyrille Merle-Remond, fundador de La Lettre

Quem está por trás de La Lettre? — O fundador (em inglês) →  ·  Parceiros: apresentação em português →